Cristália adquire parque fabril da Takeda em Jaguariúna e amplia capacidade produtiva
O Laboratório Cristália assumiu hoje a operação do parque fabril antes sob gestão da farmacêutica Takeda, localizado em Jaguariúna. A aprovação para a operação foi concedida pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE). A unidade tem foco na produção de medicamentos sólidos e já conta com Certificado de Boas Práticas de Fabricação concedido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
“O Cristália identificou uma oportunidade estratégica para ampliar rapidamente sua capacidade produtiva, incorporando uma planta de padrão internacional, já certificada, com equipe treinada e estrutura operacional consolidada. Essa expansão fortalece nossa capacidade de atender à demanda crescente por nossos medicamentos”, afirma Dr. Ogari Pacheco, médico e presidente do Conselho Diretor do Cristália.
O Cristália já possui um portfólio formado por cerca de 350 medicamentos, em mais de 500 apresentações. Com a nova planta, ampliará sua capacidade de produção. Conforme a apresentação farmacêutica e tipo de produto, o acréscimo pode variar de 50% a 70%. “Com este acréscimo, nos preparamos para cumprir uma de nossas missões, que é jamais deixar que faltem nossos medicamentos para os brasileiros”, afirma Dr. Pacheco.

Com a incorporação da unidade de Jaguariúna, o Cristália passa a contar com 11 plantas produtivas próprias no País. O quadro de aproximadamente 300 colaboradores da planta será absorvido pelo laboratório Cristália, assegurando continuidade operacional e preservação do conhecimento técnico já existente na unidade.
A planta também é considerada referência em sustentabilidade, com sistema avançado de reuso de efluentes — mais de 1.000 m³ reutilizados em caldeiras e torres de resfriamento —, além de programas voltados à redução de emissões, gestão de resíduos e iniciativas de eficiência energética, como a captação e utilização de energia solar.
Por questões previstas em contrato, o valor da transação não foi divulgado e a operação não inclui medicamentos que integram o portfólio da Takeda.





