Operação contra a baderna passa o ‘rodo’ na Praça Mogi Mirim e região
Uma ação conjunta realizada na noite de sábado, 10, na Praça Mogi Mirim e em seu entorno mobilizou a Guarda Municipal, a Polícia Militar, o Conselho Tutelar e a Fiscalização de Posturas. A operação foi motivada por denúncias de moradores sobre perturbação do sossego, consumo de drogas e venda de bebidas alcoólicas para menores de idade.
A fiscalização ocorreu após determinação do Ministério Público, que solicitou providências diante das reclamações envolvendo estabelecimentos comerciais da região. A iniciativa teve como objetivo apurar as irregularidades relatadas e verificar possíveis infrações relacionadas ao funcionamento dos comércios e à presença de adolescentes consumindo bebidas alcoólicas.

Durante a ação, alguns menores de idade foram identificados e encaminhados ao Conselho Tutelar. Posteriormente, adolescentes e proprietários de estabelecimentos comerciais foram conduzidos à Central de Polícia Judiciária (CPJ) para os procedimentos necessários, conforme as circunstâncias registradas pelas equipes envolvidas.
Um dos pontos de atenção da operação foi a identificação da origem das bebidas alcoólicas consumidas pelos adolescentes. Segundo as informações divulgadas sobre a fiscalização, os menores abordados que estavam com bebidas alcoólicas indicaram às autoridades os locais onde os produtos teriam sido adquiridos. Essas informações poderão auxiliar na apuração de eventuais responsabilidades.

Após a conclusão dos trabalhos em campo, os setores participantes deverão elaborar relatórios detalhando as situações encontradas e as possíveis irregularidades constatadas. A documentação será encaminhada ao Ministério Público, que poderá avaliar as medidas cabíveis a partir dos dados reunidos.
A ação também responde às reclamações de moradores da vizinhança, que apontam problemas relacionados ao sossego e à movimentação na região. A fiscalização busca reunir elementos para verificar as denúncias e permitir que os órgãos competentes adotem as providências previstas em lei.

A eventual responsabilização dos estabelecimentos dependerá da análise dos fatos e dos procedimentos das autoridades competentes. Até o momento, não foram divulgados detalhes sobre possíveis autuações, interdições ou outras medidas administrativas decorrentes da operação.






