Política na Gazeta – 31 de março de 2026
Nos bastidores do poder, nem tudo o que reluz é transparência. A coluna ‘Política na Gazeta’ acompanha os movimentos da administração municipal, as articulações de gabinete, os discursos oficiais e, principalmente, o que acontece além deles. Informação, análise e opinião sobre os fatos que impactam diretamente a vida da cidade — sem filtro, sem maquiagem e sem medo de questionar
Vergonhoso – Matéria exclusiva da Gazeta escancara o estado alarmante do Hospital Municipal de Itapira. O cenário é grave, inaceitável e exige resposta imediata das autoridades. Aqui não se trata de política — trata-se de vidas.
Perigoso – Falta de tudo: medicamentos, materiais básicos e até equipamentos essenciais, como bisturi elétrico e autoclave, responsável pela esterilização de instrumentos. Um risco direto para pacientes e profissionais.
Infiltração – A estrutura está em colapso. Infiltrações se espalham por diversos setores e já levaram à interdição de quartos. Em alguns casos, a água da chuva invade áreas de internação. Um retrato do abandono.
Cadê o dinheiro? – A reforma da lavanderia, após o teto desabar, segue parada — mesmo com recursos garantidos por emendas parlamentares. A sensação é clara: o problema não é falta de dinheiro, é falta de prioridade. Ou pior.
Silêncio sepulcral – A Gazeta encaminhou fotos e questionamentos à Prefeitura. Até agora, nenhuma resposta. Nenhuma explicação. Nenhuma satisfação. O silêncio, nesse caso, fala alto.
Pesadelo – Dias atrás, o prefeito Toninho Bellini desabafou para um colega de “pelada” dizendo que sua vida virou um verdadeiro “pesadelo”. Ora, caro alcaide… se está difícil para quem recebe cerca de R$ 20 mil por mês, tira três férias por ano, viaja à Europa em jatinho particular duas vezes ao ano, começa a “trabalhar” às 10h, interrompe ao meio-dia para o almoço, retorna apenas às 15h e desaparece às 17h para degustar vinhos caríssimos, imagine então para a população, que não conta nem com uma fração desses privilégios — e ainda enfrenta um hospital sucateado e serviços públicos em situação precária.
Não vem? – Se depender da atual gestão, a tradicional Festa de Maio de 2026 pode ficar sem parque de diversões. Mais um reflexo da falta de planejamento e prioridades.
Crime descarado – A intervenção no Pontilhão da Fepasa levanta questionamentos graves. Ao descaracterizar um patrimônio histórico protegido por lei, o próprio prefeito entra em rota de colisão com a legislação que ele mesmo sancionou. Alguém consegue parar esse ‘homi’??????
Estranho – Não é de hoje a polêmica envolvendo o pontilhão. Em 2011, já houve tentativa de derrubada, barrada pela reação popular. Agora, novamente, o patrimônio está na mira. Coincidência ou insistência?





