Crise para o Coelho: Esportiva amarga jejum de vitórias e tenta reação
A Vermelhinha vive um dos momentos mais turbulentos de sua história recente no Campeonato Paulista Série A3. Após a derrota por 1 a 0 para a Portuguesa Santista neste domingo, o clube somou seis derrotas consecutivas na competição e segue na lanterna da tabela, com apenas quatro pontos conquistados em oito jogos, resultado de um início quase sem vitórias nesta temporada.
A derrota em Santos refletiu novamente a dificuldade de resultados do time, que não consegue reencontrar o caminho dos pontos e vê a distância para os concorrentes diretos na luta para sair da zona de rebaixamento aumentar rodada após rodada.
Na atual classificação da Série A3, a Itapirense figura em 16ª posição, ocupando a última colocação, enquanto rivais na parte de baixo da tabela conseguem somar pontos essenciais para fugir da degola. Essa sequência ruim tem acendido o sinal de alerta para jogadores, comissão técnica e torcida, que aguardam sinais de mudança antes que a crise se agrave ainda mais.

O técnico tem sido pressionado pela falta de resultados e pela sequência negativa, e a adaptação tática da equipe tem sido alvo de análise interna. A necessidade de ajustes no meio de campo e reforço da confiança do elenco são apontados como fundamentais para tentar resgatar o desempenho no restante da competição.
Na próxima rodada, a Itapirense terá uma chance importante de tentar frear a série de derrotas. O time recebe o Rio Claro em casa nesta quarta-feira, 26, às 19h, no Estádio Municipal Coronel Francisco Vieira, em um duelo que pode marcar um ponto de virada na sua campanha.
O Rio Claro vem de bons resultados na competição e está entre os primeiros colocados, tornando o confronto ainda mais desafiador. O embate promete ser decisivo para as ambições de cada clube nesta fase inicial do Paulistão A3.
Com críticas por parte da torcida e pressão interna, a Itapirense sabe que precisa reagir rapidamente para não comprometer suas chances de permanência na divisão, e, às vésperas de enfrentar um adversário em alta, a necessidade de romper o jejum de vitórias nunca foi tão premente.






