Gazeta Itapirense

Rainha do Carnaval em 1952, dona Dida comemora 100 anos de vida

Itapira celebrou recentemente um marco raro e carregado de significado: os 100 anos de vida de Dida Ricciluca, uma mulher cuja trajetória pessoal se confunde com a própria história da cidade. Mais do que uma comemoração de idade, a data simbolizou um século de memórias, ensinamentos, afeto e presença marcante ao longo de gerações.

Conhecida pelo olhar acolhedor, pela elegância e pela força serena, dona Dida é lembrada como alguém que sempre soube iluminar os ambientes por onde passou, seja em silêncio, seja por meio de palavras cheias de sensibilidade. Sua história é feita de capítulos escritos com dignidade, amor e alegria, valores que atravessaram décadas e permaneceram vivos na memória de familiares, amigos e de toda a comunidade itapirense.

A ligação de Dida com Itapira vai além do convívio cotidiano. Em 1952, ela encantou a cidade ao ser eleita Rainha do Carnaval Itapirense, título que marcou uma época e eternizou não apenas sua beleza, mas também seu carisma, sua graça e sua luz. As lembranças daquele carnaval seguem vivas até hoje, como símbolo de uma fase alegre da história cultural do município.

A comemoração do centenário reuniu familiares e pessoas próximas em um momento de emoção e gratidão, reforçando o quanto Dida representa para todos que acompanharam sua caminhada. Celebrar seus 100 anos, mesmo que alguns dias após a data exata, foi uma forma de continuar celebrando a vida em sua forma mais plena, reconhecendo cada sorriso, cada lembrança e cada história compartilhada ao longo do tempo.

A homenagem também foi marcada por um sentimento coletivo de orgulho e carinho, refletindo a importância de Dida não apenas no âmbito familiar, mas também como personagem da memória afetiva de Itapira. Sua trajetória atravessou décadas com a mesma intensidade, deixando marcas que seguem inspirando novas gerações.

A celebração dos 100 anos de Dida Ricciluca reafirma que algumas pessoas se tornam eternas não apenas pelo tempo que vivem, mas pela forma como vivem e pelo legado de amor e humanidade que deixam. Para muitos, ela é, e sempre será, uma verdadeira rainha na história e no coração da cidade.