Mulher perde transplante de rim por causa de demora de ambulância

By on junho 3, 2012

“Eu poderia estar curada agora, mas não estou”. Foi com essa frase que a dona-de-casa Lázara Batista Pugina, 52, definiu a perda de um transplante de rim por conta do atraso da ambulância da Secretaria Municipal de Saúde.

Ela atribui o lamentável ocorrido à chegada tardia em São Paulo, no Hospital do Rim e Hipertensão, por conta de falhas no atendimento prestado pelo Setor de Ambulância.

Há quase um ano Lázara se submete a tratamento de hemodiálise na Santa Casa de Mogi Mirim. No último dia 25 de maio ela recebeu a boa notícia vinda do Hospital paulistano: havia um órgão compatível e ela estava sendo convocada para o transplante.